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Uma breve análise das políticas de acesso ao ensino superior no governo Lula

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1 - Introdução

Atualmente, tivemos muitas mudanças nas medidas de políticas de acesso ao ensino superior. Discussões sobre a democratização do acesso têm estado em pauta, com medidas governamentais como o REUNI e a instituição do ENEM como ferramenta para acesso ao ensino superior. O presente trabalho propõe-se a analisar as políticas de acesso ao ensino superior público.

 2 - Um histórico do acesso ao ensino superior no Brasil

            Desde 1808 o acesso às escolas superiores estava condicionado à aprovação nos “exames preparatórios”, prestados no estabelecimento de ensino da escolha do candidato. Por volta de 1837, segundo RAMOS (2011), os “exames preparatórios” passaram a ser realizados perante juntas especiais nas capitais das províncias, passando a ter validade permanente. Com o exame deixando de ser aplicado de forma integrada e em um único momento, “o estudante passa a ser examinado por disciplina no tempo e lugar mais convenientes para si, o que facilitou o acesso não só para as elites como também para os filhos de operários”(1).
A partir da proclamação da república, fomentou-se o ideal de livre ensino. Àquele que fosse aprovado no nosso atual ensino médio era permitido o privilégio de ingresso direto no ensino superior. Segundo o autor, “desde que estas escolas públicas se submetessem a fiscalização federal, seus estudantes tinham direito ao ingresso no ensino superior sem precisar prestar ‘exames’.”(2)
            Esse privilégio deixou de existir a partir da reforma Rivadário Corrêa, o decreto 8.659 de 5 de abril de 1911, normatizando o ensino médio e superior. Esta foi uma tentativa de diminuir o número de diplomados, que estavam em número além da capacidade do mercado de absorver essa mão-de-obra. Com esse decreto, “os estabelecimentos de ensino superior federal passaram a ser considerados corporações autônomas, devendo cobrar taxas para os exames de admissão, matricula, curso, uso da biblioteca e emissão de certificado(3). A sistemática de exames, após essa reforma, constaria de uma prova escrita sobre línguas e ciências, tendo novamente validade apenas imediata, como nos “exames preparatórios”.
A reforma não teve o efeito esperado(4) e, com a intenção de complementá-la, foi realizada a reforma Carlos Maximiliano em 18 de março de 1915, que buscava corrigir algumas distorções do decreto anterior. A nova reforma manteve os “exames de admissão”, os quais passaram a ser chamados de “exames vestibulares”. Teve também outras mudanças profundas como a exigência da apresentação do certificado de conclusão do curso ginasial, que só poderia ser emitido pelo Colégio Pedro II ou estabelecimentos estaduais equiparados, o qual antes não era necessário. Para expedir certificado de conclusão, os cursos ginasiais passaram a ser obrigados a realizar um exame final, e as instituições de ensino que poderiam emitir o certificado eram fixadas em cidades de maior expressão. Isso força uma migração dos concluintes do ensino ginasial (atual ensino médio) para os centros urbanos mais destacados para a realização dos exames finais, favorecendo um processo de elitização do ensino superior.
            Como a proliferação de faculdades e o número de diplomados continuava, ainda que em menor número, foi realizada mais uma reforma, a reforma Rocha Vaz, nome do presidente do Conselho Superior de Ensino. Promulgada em 1925, a reforma impõe “um número de vagas fixa por curso e turma, conforme determinação de cada diretor de faculdade, o qual deveria ser aprovado pelo Conselho Superior de Ensino”(5). Antes não havia um número de vagas fixo, tendo todos os aprovados direito a vaga. Com a reforma passaram a ter direito a vaga somente os candidatos melhor classificados até o limite de vagas. Com isso consolida-se a elitização do ensino superior
            Após esse modelo, ainda houve diversas mudanças na estrutura educacional, entre as quais a reforma de 1950 e 1968, mas que não alteraram essa estrutura de acesso ao ensino superior. Ainda é relevante citar a implantação de avaliações institucionais como:

  • o ENEM, instituído em 1998 com o objetivo de avaliar as competências e habilidades desenvolvidas pelo educando no ensino médio, sendo coordenado pelo MEC (Ministério da Educação).
  • o Exame Nacional de Cursos, conhecido como provão, que vigorou entre 1996 e 2003 e era aplicado aos formandos como forma de estabelecer um ranking.
  • o IGC, Índice Geral de Cursos, que substitui o provão em 2008 (após um período de 2004 a 2008 em que era realizada a Auto-Avaliação Institucional), coordenada pelo MEC. Neste índice está a nota do ENADE (Exame Nacional de Desempenho do Estudante), além do IDD (Índice de Diferença de Desempenho, calculada entre a média da nota de ingressantes e concluintes do curso) e a Avaliação institucional, que dão uma nota que serve de ranking aos cursos e instituições do ensino superior.

3 - Políticas recentes de acesso ao ensino superior

            Recentemente tivemos alterações nas políticas de acesso ao ensino superior em nível federal e estadual.

3.1 - Políticas de acesso no nível estadual

            No nível estadual, foi instituída em 2003 a política de cotas através da lei estadual 4151/2003, durante o governo Rosinha Garotinho, que reserva vagas no vestibular para estudantes carentes nas universidades públicas estaduais do Rio de Janeiro, com vistas à redução de

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desigualdades étnicas, sociais e econômicas.
            O termo ‘ações afirmativas’ surgiu nos Estados Unidos, na década de 1960, quando a sociedade cobrava critérios mais justos na reestruturação dos Estados de direito(6). As principais áreas contempladas são o mercado de trabalho, o sistema educacional e a representação política(7).

Portanto, no princípio as ações afirmativas estão ligadas à lógica da “inclusão”, através de critérios “mais justos”. Para Bellini e Ruiz(8), o acesso ao ensino superior faz parte das funções sociais da escola. A função da escola é formar um cidadão atuante, crítico, através da transmissão e apropriação do conhecimento. Acreditam os autores que “o direito e a chance de acesso ao ensino superior fazem parte dessa formação e, se há algum instrumento para selecionar, seja ele qual for, tem que ser levado em conta pela escola pública”.
A política de cotas na UERJ se pauta justamente na compreensão da função pública de permitir o acesso ao ensino superior das classes historicamente excluídas desse privilégio. Como foi possível ver no histórico, é uma das primeiras grandes medidas de democratização do acesso depois de muitas reformas que visavam justamente diminuir a quantidade de diplomados através de políticas elitistas. A divisão das vagas pelo sistema de cotas era inicialmente feita por:

  • 20% para estudantes oriundos da rede pública de ensino;
  • 20% para negros;
  • 5% para pessoas com deficiência, nos termos da legislação em vigor, e integrantes de minorias étnicas

Em 2007 essa proporção foi alterada para a seguinte forma:

  • 20% para estudantes oriundos da rede pública de ensino;
  • 20% para negros; e 
  • 5% para pessoas com deficiência, nos termos da legislação em vigor, integrantes de minorias étnicas, filhos de policiais civis, militares, bombeiros militares e de inspetores de segurança e administração penitenciária, mortos em razão do serviço.

Essa política gerou um intenso debate na sociedade, inicialmente por uma suposta queda de qualidade no ensino que essa medida causaria(9) e principalmente por causa das cotas raciais, que foram e ainda são vistas como uma forma de discriminação por diversos setores da sociedade. Entre os que apóiam a medida, há críticas relacionadas ao apoio insuficiente que recebe o cotista para sua permanência na universidade.
A política de cotas reacendeu o debate acerca de medidas de democratização do ensino superior e sua magnitude ultrapassou provavelmente as intenções do próprio governo, pois esta política está inserida junto com outras medidas de assistência como restaurantes e farmácias populares, dentro de um período populista no estado do Rio de Janeiro representado pelos governos sucessivos de Anthony Garotinho e sua mulher, Rosinha Garotinho.
Essa política foi depois levada ao nível nacional, com a instituição de cotas na Universidade de Brasília, Universidade Federal da Bahia – UFBA –, na Universidade de Pernambuco – UPE – (que é estadual) e várias outras instituições.

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3.2 – Políticas de acesso do nível federal

            Desde seu primeiro mandato mas principalmente a partir do segundo mandato, o governo Lula implantou diversas medidas para o ensino superior, tanto para a estrutura da universidade quanto para as políticas de acesso. Sua reforma universitária, inicialmente enviada para votação como um só projeto, foi depois desmembrada em diversas medidas isoladas e em

muitos casos (como no REUNI) aprovada como Medida Provisória, devido à forte reação adversa que causou dentro das universidades. Mesmo com esse desmembramento, houve nas universidades fortes embates para a aprovação de medidas como o REUNI, as PPPs (parcerias público-privadas) e a desregulamentação de hospitais universitários, e ainda hoje boa parte dos movimentos sociais nas universidades públicas boicota o ENADE.

Para Libâneo, Oliveira e Toschi(10), a educação do governo Lula obedece a três diretrizes gerais: a) democratização do acesso e garantia de permanência; b) qualidade social da educação; c) instauração do regime de colaboração e da democratização da gestão. Pode-se ver, portanto, que a democratização do acesso configura-se como uma das prioridades do governo.
            A questão que surge é como realizar essa democratização. Temos durante as últimas décadas um boom das universidades particulares – segundo os citados autores, de 1999-2007 a quantidade de matrículas em faculdades particulares foi de 86%. Estas tiveram a oportunidade de crescimento devido aos sucessivos cortes de orçamento para a educação, que fez com que as universidades públicas não conseguissem ampliar suas vagas ordenadamente. As medidas, talvez em uma tentativa de reverter o citado quadro, forçam um aumento de vagas no ensino superior mas, no entanto, abrindo lacunas que podem causar um aumento desestruturado e sem o necessário controle estatal, com a participação de capital privado.
            Como exemplo disso, durante a reforma universitária são sancionadas três leis, cujo teor discutiremos mais a fundo: a lei de parceria público-privada (lei n. 1179/04), a lei de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica (lei n. 10973/2004) e o Programa Universidade para Todos, ProUNI (lei n. 11096/2005).
            As PPPs foram estruturadas com o objetivo de atrair investimento privado para financiar obras públicas urgentes. O processo de parceria público-privada começou no Reino Unido em 1992(11), e teve aceitação em diversos países como meio de viabilizar a implantação, entre outros, de projetos de infra-estrutura básica, sendo uma forma de expressão inclusive da responsabilidade social atribuída ao capital privado. Apesar dessa definição histórica, a decisão de considerar um determinado setor elegível para projetos de PPP é, antes de tudo, política(12). A decisão de aplicar essa legislação na educação passa pelo conflito entre considerar a educação como um bem público ou mercadoria; também pela subordinação ou não da pesquisa e extensão aos interesses do capital produtivo e, finalmente, pela questão da isenção de impostos e contribuições e/ou ampliação de recursos do Estado para as instituições de ensino superior como forma da expansão do ensino superior. Esse último ponto é especialmente importante para a análise do ProUNI, em que o Estado compra vagas na iniciativa privada ao invés de realizar o necessário investimento na abertura de vagas públicas e gratuitas.
            Ao colocar a expansão e democratização do acesso nas mãos do capital privado, o governo perde o controle para a garantia da necessária qualidade da educação superior. As instituições de ensino superior privadas, sobretudo as com fins lucrativos, não demonstram interesse real em promover uma maior articulação do ensino com a pesquisa e extensão(13). Os critérios de expansão e democratização nesse contexto instauram uma relação entre público e privado no ensino superior brasileiro de, segundo Pereira e Grau(14), público não-estatal. Nesse sentido inserem-se as leis de inovação tecnológica e ProUNI, como a aplicação das PPPs na educação. Podemos ver conseqüências disso, entre outros, nas propostas de privatização parcial dos hospitais universitários.
            Na questão do acesso ao ensino superior, destaca-se nesse contexto o Programa Universidade para Todos (ProUNI). Esse programa destina-se a conceder bolsas de estudo integrais e parciais para curso de graduação e sequenciais de formação específica a instituições de ensino superior privadas mediante isenção de alguns tributos. Entre os argumentos para a aplicação desta política estava o excesso de vagas ociosas em instituições privadas (fruto do boom dessas instituições de que já falamos) e a possível transformação dessas instituições privadas em instituições de “interesse público com finalidade social”). Outro argumento é o aumento do índice de jovens com acesso ao ensino superior, que era um dos piores da América Latina em 2001 (8,9%) e em 2009 já se encontrava quase no dobro (14,6%), segundo o MEC(15)
            Esses argumentos fortalecem ainda mais o paradigma já trabalhado nesse trabalho: o de que os programas da reforma universitária insere-se em uma tentativa de ampliação da oferta do ensino superior(16) em uma situação de grande oferta das instituições privadas de ensino superior e grande oferta ociosa. O caminho de ampliação e democratização por intermédio do capital privado gera uma esfera educacional pública não-estatal, em que o capital privado cumpre funções públicas, inclusive no relativo ao acesso à educação (no caso do ProUNI). Então se, nesse primeiro momento, o estudante consegue acessar o ensino superior (e o índice, portanto, se torna melhor, o que parece ser também um dos objetivos do governo), ele não consegue acessá-lo com a necessária garantia de qualidade que o controle estatal deveria prover, e nem com o necessário suporte para a sua permanência no curso escolhido.

Após esse primeiro momento de instituição dos marcos da reforma do ensino, o governo inicia um esforço para a reestruturação da universidade pública. Esse esforço concentra-se no Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), em 2007. Esse plano, que foi implantado por intermédio de Medida Provisória, previa a ampliação de vagas nas universidades federais, vinculando a verba governamental ao atendimento ou não de suas metas.
            Muito criticado nas universidades, o plano era inspirado nos processos de Bolonha, reforma do ensino superior instituído na Europa. Como nos processos de Bolonha, é facultado às universidades a adesão ao programa(17). Entre as características principais, o plano previa bacharelados interdisciplinares e interdepartamentais, com formação de grandes ciclos básicos e aumento da relação professor-aluno, entre outros.
Como no caso do ProUNI, a melhoria de indicadores das instituições federais de ensino superior parece ser um dos motivadores do projeto. Segundo a ANDES (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior), o projeto concede verbas que não ultrapassam 10% ou 20% do orçamento atual das universidades, mas exige um aumento de

...O REUNI ainda é relativamente recente e, portanto, abre um campo de possibilidades. De acordo com cada instituição, pode uma ou outra medida ser implantada, ainda que sempre com vistas às diretrizes analisadas...
90% nas vagas do ensino superior em 5 anos. Na UFRJ, no momento da implantação do REUNI discutiu-se sobre “ciclos básicos” que sejam bacharelados menores, formando os estudantes em campos amplos, como “humanidades”, que seriam pré-especializações para uma nova seleção de um curso específico. Se concretizada, essa forma abriria a possibilidade de um aumento no índice de matrículas com uma qualidade discutível e com a possibilidade de o estudante recorrer às universidades particulares para a complementação do ensino - como torna possível a diretriz 2 do decreto do REUNI.

  Outro ponto interessante a ser abordado é a diretriz IV, que diz da diversificação das modalidades de graduação, “preferencialmente não voltadas à profissionalização precoce e especializada”. Se entendermos que o próprio PNE do MEC prevê a formação voltada ao trabalho, podemos entender dessa diretriz mais um indício dos ciclos básicos.
O REUNI ainda é relativamente recente e, portanto, abre um campo de possibilidades. De acordo com cada instituição, pode uma ou outra medida ser implantada, ainda que sempre com vistas às diretrizes analisadas. A obrigação de aumento de vagas gerou em instituições como a UFRJ a criação de cursos sem campus definido (como o de Relações Internacionais) e sem departamento. Novos cursos são criados a cada vestibular e, algumas vezes, não há estrutura física para prover aos alunos do começo ao fim do curso. Apesar de construir um maior acesso ao ensino superior, é necessário questionar-se como o governo federal está realizando esse acesso, e as correções necessárias para que a função pública da educação tenha a qualidade esperada.
            A última grande mudança na questão do acesso ao ensino superior dentro do governo federal ocorreu recentemente, que foi a instituição do ENEM como qualificação para o acesso às instituições públicas (e algumas privadas) de ensino. Essa prova, sendo única em todo o Brasil, gerou diversas críticas pela dificuldade de abranger toda a complexidade de nosso território. Além disso, a entrada pelo ENEM faz com que a população de maior renda, que pode se deslocar por todo o território nacional, possa escolher em uma ampla gama de instituições mediante sua nota, o que favorece a concessão à elite do acesso ao ensino superior.

4 – Conclusão

            Como se pode ver no trabalho, no passado houve diversas medidas para construir um ensino superior que seja elitizado, afastado do grande contingente da população. A instituição do vestibular não é uma verdade inquestionável na história, como pudemos ver, e em diversos momentos o interesse do mercado por um contingente maior ou menor de mão-de-obra norteou as reformas públicas de acesso. Atualmente, diversas políticas foram implantadas com o argumento de expandir e democratizar o acesso ao ensino superior. Essas medidas, no entanto, devem ser vistas com a necessária crítica.
            As reformas do governo Lula e Dilma aumentaram as vagas, mas no paradigma de aliança entre capital público e privado, construindo um espaço público não-estatal nas instituições de ensino. Esse paradigma tem como conseqüências, entre outras, a diminuição do controle estatal que poderia garantir qualidade de ensino e atrelamento da pesquisa e extensão aos interesses do mercado. Da mesma forma, a abertura de vagas nas universidades públicas se deu muitas vezes à revelia ou mesmo com enfrentamento à comunidade acadêmica, e a partir de um aumento sem as necessárias garantias de estrutura.
            Garantir a função pública da educação é encontrar uma forma de garantir que a população de menor renda possa também chegar ao ensino superior, com um ensino que seja complementado pela pesquisa e extensão e que procure dar uma visão crítica a esse estudante, na busca por uma sociedade mais justa.

Por Tiago Amaro

Notas:

(1) RAMOS, Fábio Pestana. História e Política do Ensino Superior no Brasil: algumas considerações sobre o fomento, normas e legislação. <Disponível em: http://fabiopestanaramos.blogspot.com/2011/03/historia-e-politica-do-ensino-superior.html>. Acesso em 6 de nov 2011.
(2) Idem
(3)Idem
(4)Idem
(5)Idem

(6) CÉSAR, R L C. Ações afirmativas no Brasil: e agora, doutor? Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 33, n. 195, 2003.

(7)  MOEHLEKCE, 2002 apud VASCONSCELOS, Simão Dias e SILVA, Ednaldo Gomes da. Acesso à universidade pública através de cotas: uma reflexão a partir da percepção dos alunos de um pré-vestibular inclusivo. Ensaio: aval. pol. pub. Educ., Rio de Janeiro, v. 13, n, 49, out./dez. 2005
(8) BELLINI e RUIZ, 2001 apud VASCONSCELOS, Simão Dias e SILVA, Ednaldo Gomes da. Acesso à universidade pública através de cotas: uma reflexão a partir da percepção dos alunos de um pré-vestibular inclusivo. Ensaio: aval. pol. pub. Educ., Rio de Janeiro, v. 13, n, 49, out./dez. 2005
(9)Com o tempo e diversos estudos sobre o assunto, esse argumento foi perdendo a força até virtualmente desaparecer
(10)LIBÂNEO, J. C; OLIVEIRA, J. F; TOSCHI, M. S. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2007
(11) OLIVEIRA, J. F; DOURADO, L. F; VELOSO, T. C. M. A; SOUZA, A. M. G. de. A reforma da Educação Superior e os mecanismos de parceria público-privada. Perspectiva, Florianópolis, v. 23, n. 02, jul./dez. 2005. <Disponível em: http://www.sumarios.org/sites/default/files/pdfs/46584_5198.PDF>. Acesso em 6 nov 2011.

(12)Idem

(13)Idem
(14)PEREIRA, Luiz Carlos Bresser; GRAU, Nuria Cunill. Entre o Estado e o mercado: o público não-estatal. In: PEREIRA, Luiz Carlos Bresser; GRAU, Nuria Cunill (Org.). Reforma do estado e administração pública gerencial. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1999.
(15)MEC. Notas técnicas PNE. <Disponível em: http://www.senado.gov.br/sf/comissoes/CE/documentos/Notas_Tecnicas_PNE_2011_2020.pdf>. Acesso em 6 nov 2011.
(16)Segundo dados do Pnad, houve expansão de cerca de 2,7 milhões de matrículas no ensino superior em 2001 para aproximadamente 6,1 milhões em 2009.

(17) Apesar de ser de adesão “voluntária”, o REUNI foi amplamente criticado por vincular a destinação de verbas públicas à adesão ao programa, o que tornava, na prática, a adesão compulsória.

 
 
 
 
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